Prefeitura divulga nota oficial sobre paralisação parcial dos profissionais da educação

A Prefeitura Municipal de Quatis (foto), considerando
  convocação do SEPE – Sindicato Estadual dos
Profissionais da Educação para paralisação parcial dos profissionais da
educação do município esclarece o que segue:

 

*O direito de greve está consagrado na Constituição
Federal, sendo instrumento legítimo em determinadas circunstâncias, razão pela
qual merece ser respeitado;

 

*Ocorre que o SEPE – Sindicato Estadual dos
Profissionais da Educação, mesmo em processo de negociação com a Prefeitura
Municipal, deliberou paralisação para os dias 08, 14 e 21 de junho de 2017,
fato que lamentavelmente trará inúmeros transtornos aos alunos da rede
municipal de ensino bem como aos pais e/ou responsáveis;

 

*Embora o direito de greve, como já dito, seja
instrumento legítimo, o mesmo não pode ser ferramenta de violação aos direitos
dos usuários dos serviços, sob pena de transformar-se em medida prejudicial e
irreversível, tanto que a justiça, invariavelmente, vem declarando ilegal e
abusiva a realização de greves de muitas categorias;

 

*O Município de Quatis sempre esteve aberto às
negociações com o SEPE e seus representantes, sendo que a demora no atendimento
às reivindicações se devem, sobretudo, à crise econômica que assola o país;

 

*Nem por isso o Munícipio de Quatis se furtou em
atender, na medida do possível, ao pleito de seus servidores, especialmente os
da educação, que seguramente figuram entre os mais bem remunerados;

 

*Num momento em que o Brasil atravessa uma profunda
crise, sobretudo política e moral, onde se espera a união de todos para sua
superação, entendemos que a conduta do SEPE – Sindicato Estadual dos
Profissionais da Educação conflita com os anseios da sociedade local, mormente
dos alunos atendidos pela rede pública, que verdadeiramente serão atingidos
diretamente por esta atitude unilateral do sindicato durante o processo de
negociação;

 

*O
Município de Quatis se manterá fiel aos princípios norteadores da administração
pública, esperando que a verdade dos fatos não seja distorcida por uma
manifestação de cunho iminentemente política, cujo objetivo foge da razão, por
uma iniciativa prejudicial à sociedade quatiense, especialmente às nossas
crianças e jovens, cidadãos do futuro.   

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