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Doenças e enchentes: Município aponta problemas causados pelo acúmulo de lixo

Por em 12/04/2018

Ao divulgar nesta semana um balanço a respeito da quantidade de entulho e lixo recolhida das vias públicas em Quatis no primeiro trimestre deste ano (ler reportagem nesta página), o secretário municipal de Obras, Urbanismo e Serviços Públicos, César Salazar, reafirmou os transtornos causados ao Município, caso a população não colabore com o poder público, no sentido de manter os bairros e distritos limpos.

 Ele frisou que a sujeira nas ruas, avenidas e praças afeta diretamente também a saúde dos próprios moradores, pois “o acúmulo de lixo é fator preponderante para a proliferação de insetos e o aparecimento de doenças”.

        - Sob um monte de entulho, por exemplo, podem estar diversos recipientes que acumulam água parada, aumentando dessa maneira os riscos do surgimento dos casos de dengue – disse Salazar, citando outras doenças provocadas pelo acúmulo de lixo nas vias públicas, entre elas, a leptospirose, cólera, malária, febre amarela, leishmaniose e febre tifoide.

        No tempo das chuvas, o secretário de Obras lembrou que os riscos de transtornos são tão ou mais graves. Isso porque, conforme ressaltou Cézar Salazar, a existência de entulho e lixo nas ruas acarreta na ocorrência de inundações, alagamentos e até enchentes, provocados pelo lançamento de detritos para dentro dos bueiros e das galerias de água.

Além disso, a grande quantidade de entulho e lixo jogada dentro dos rios, ribeirões e córregos ou às suas margens provoca o assoreamento dos mananciais, “o que representa um passo largo para o transbordamento e os transtornos à população, principalmente das famílias que moram nas proximidades”.

        - Outro risco é a queda de barreiras, especialmente às margens das estradas rurais. O lixo acumulado nas encostas significa meio caminho andado para a ocorrência de acidentes desta natureza, como aconteceu em março, principalmente na região de Falcão. E não é difícil imaginar os transtornos provenientes deste problema, sendo o principal deles a obstrução destas vias, tão importantes ao escoamento da produção agropecuária, o deslocamento dos moradores que precisam resolver suas questões na área urbana e o transporte dos estudantes residentes nestas comunidades – acrescentou o secretário de Obras.