Grupamento ambiental orienta alunos de mais três escolas sobre animais peçonhentos

Depois
das escolas municipais Carlos Campos de Faria (Falcão) e Anésia Alves de
Oliveira (São Joaquim), ambas na zona rural, cujos alunos receberam as
orientações há cerca de um mês, a campanha de prevenção e sobre como agir no
caso de acidentes com animais peçonhentos chegou a mais três unidades de
ensino, todas situadas na área urbana. Foram elas: Escolas Municipais Maria
Helena Rafael De Elias, Julieta Sampaio (as duas no Centro) e Henry Nestlé –
foto (São Benedito).

         As orientações para os estudantes
estão sendo ministradas por agentes do grupamento ambiental da Guarda
Municipal, sob a coordenação da Secretaria de Meio Ambiente do Município. Durante
a realização das atividades em sala de aula, os agentes destacam as medidas que
devem ser tomadas para evitar a proliferação de animais peçonhentos e as
providências indicadas caso as pessoas sejam afetadas.

         A titular da Secretaria de Meio
Ambiente da Prefeitura de Quatis, bióloga Edna Azevedo, enfatiza que o
aparecimento de animais peçonhentos costuma ser mais comum no tempo da chuva e
de temperaturas elevadas, “quando eles normalmente procuram ambientes mais
secos para se proteger das enchentes”, daí a determinação do grupamento
ambiental em reforçar as orientações neste mês, quando as chuvas continuam
caindo com regularidade.

        Novos números sobre o assunto
divulgados pelo Ministério da Saúde também reforçam a determinação da
Secretaria Municipal de Meio Ambiente em estar reforçando as ações educativas
junto aos estudantes das escolas da prefeitura. Somente no ano de 2016, por
exemplo, foram registrados em todo o Brasil 173.687 acidentes provocados por
animais peçonhentos, principalmente escorpiões, aranhas, lacraias e cobras.
Deste total, ocorreram 305 óbitos.

       Entre as orientações transmitidas pelos
agentes do grupamento ambiental durante o trabalho educativo nas escolas, eles
recomendam que, em caso de acidente, a pessoa ferida deve ser levada imediatamente
a uma unidade de saúde. A aplicação de qualquer medicamento deve ser evitada no
local de ocorrência do acidente, antes de a vítima ser conduzida ao posto
médico. Os especialistas orientam também a não amarrar a região do corpo
afetada com pano ou qualquer outro material parecido. No mínimo, o que se pode
fazer, é lavar o local com água e sabão antes de procurar o socorro com o
médico.

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